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HUGO DE URRÍES
( ESPANHA )
1400 - 1480

 

Hugo de Urríes, nascido no final do século XIV ou início do século XV, personifica o ideal cortesão medieval tardio do nobre devotado às armas e às letras, ilustre em suas origens (sua família era uma das principais famílias aragonesas daquele século) e com uma dedicação impecável à Casa de Aragão, à qual permaneceu sempre fiel em meio à turbulência política e às lutas nobres que marcaram sua época.

Mosén Hugo de Urríes (às vezes referido como “Urrías”) era neto de Mosén Felipe de Urríes, o terceiro Senhor de Ayerbe, conhecido como “el Celludo”, e filho do cavaleiro Mosén Hugo de Urríes e María Vázquez de Lepada, bem como sobrinho do ilustre Bispo de Huesca, que tinha o mesmo nome. Embora pouco se saiba sobre seus primeiros anos, é certo que, quando jovem, ou talvez no auge de sua forma, participou da expedição militar de 1435 a Ponza, onde o exército de Afonso V de Aragão, o Magnânimo, foi severamente derrotado. Nessa empreitada militar, a Casa de Urríes teve a oportunidade de demonstrar sua bravura, o que está documentado na Comedia de Ponza, escrita pelo Marquês de Santillana, que menciona os “Urrias” como uma das famílias nobres que se destacaram na batalha. Passaram-se então vários anos sobre os quais suas circunstâncias de vida são incertas, e sua presença na corte napolitana de Afonso V é apenas provável. O que parece certo é que Hugo de Urríes deve ter se envolvido nas lutas da nobreza em Aragão, que se estenderam para além de suas origens em Huesca, abrangendo grande parte do Reino. Aproveitando-se da ausência do rei, as duas facções rivais — os Gurreas de um lado e os Pomares, Embunes e Urríes do outro — travaram uma luta sangrenta e amarga, sem que nenhum dos lados conseguisse prevalecer. Deve-se também presumir que este indivíduo participou direta ou indiretamente das negociações de trégua que ocorreram posteriormente, por meio da mediação de outros nobres. Já existem dados precisos e documentação verificada sobre as atividades de Hugo de Urríes em meados do século XVI: sabe-se, portanto, que em 1451 ele era cavaleiro e copeiro do rei João na corte de Navarra, em 1452 capitão do exército de Aragão e em 1456 prefeito do Castelo de Murillo, em Navarra. [...]


 

NORTE - REVISTA HISPANO-AMERICANA. Quinta Época. NO. 555/556  Sept.- Dic. 202380 p. 
No. 10 942  Exemplar da biblioteca de Antonio Miranda



A Lucrecia de Alagno

Dama de todos bien quista
e non punto cobiçiada
vuestra virtut nos conquista
por ser della vos aquista
e por cabo esmerada
ca seguis sinceridat
no com fingida semblança
y vsays dumanidat
sin oluidar la bondat
ni de vos dar sperança

 

                      TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS 

 

A Lucrécia de Alagno 

Senhora de todos bem-vinda
e ponto não-cobiçado
vossa virtude nos conquista
por ser dela você deseja
e com esforço cuidado
você permanece sincera
não com uma aparência fingida
e diz humanidade
sem ocluir a bondade
nem de vos dar esperança

*
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Página publicada em dezembro de 2025.



 

 

 
 
 
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